Um padrão de nomenclatura simples que resolve 90% da confusão de relatório.
A maior parte da confusão de relatório que vemos em diagnóstico não vem de ferramenta ruim — vem de UTM sem padrão. Cada campanha nomeada de um jeito diferente, por pessoas diferentes, em momentos diferentes, até que ninguém mais sabe o que "promo_julho2" quer dizer.
UTM é só uma etiqueta que vai colada no link: de onde veio o clique, por qual campanha e por qual peça específica. O problema nunca é a ferramenta — é a falta de um padrão fixo antes de o primeiro link sair.
O padrão que usamos com clientes tem três campos obrigatórios, sempre na mesma ordem e sempre em minúsculo, sem acento: canal (instagram, google, email), campanha (o nome do objetivo, não da data) e conteúdo (qual peça ou anúncio específico, quando há mais de um rodando ao mesmo tempo).
Uma regra resolve a maior parte da bagunça: a campanha nunca leva a data no nome. "lancamento-curso" sobrevive ao relatório de três meses depois; "julho2026" não diz nada sobre o que estava sendo testado.
Com esse padrão simples, uma pergunta que hoje demora uma tarde de planilha — "quanto do faturamento deste mês veio do Instagram?" — vira um filtro de trinta segundos no painel. É esse tipo de resposta rápida que separa decisão de orçamento de achismo de orçamento.
Cinco linhas que respondem se o investimento do mês valeu a pena.
Na maioria dos casos o problema não está na campanha: está na página de destino, na oferta e na ausência de rastreio. Um roteiro em quatro checagens para descobrir onde o dinheiro vaza.
A resposta depende do ciclo de compra, não do concorrente que posta todo dia.
No diagnóstico gratuito olhamos seu cenário atual e mostramos por onde começar.